SINFFAZ participa de Audiência Pública para debater reajuste de 0%

Após a 59ª Assembleia Geral Extraordinária, que discutiu assuntos de interesse da categoria, como a PEC 186, o estado de greve e a não concessão do reajuste geral na data-base, Gestores e Diretores do SINFFAZ e da FEBRAFISCO participaram da Audiência Pública da Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais – ALMG que aconteceu na última terça-feira, dia 08. Representantes de diversos sindicatos de servidores públicos debateram o reajuste salarial para o funcionalismo público do Estado e sua política remuneratória.

 

 

Depois do anúncio de reajuste de 0% anunciado pelo Governo de Minas Gerais, os servidores se uniram para reivindicar o cumprimento da lei. Os representantes sindicais sugerem a união das várias categorias dos servidores públicos em torno de uma agenda comum, inclusive manifestando pela greve geral.

 

A secretária de Estado de Planejamento e Gestão – SEPLAG, Renata Vilhena, foi representada pela Assessora Chefe de Relações Sindicais, Helga Beatriz Gonçalves. “As necessidades são muitas. Compreendemos que o que está sendo recebido é aquém do esperado, mas muito está sendo feito pelas carreiras. Temos em 2013, todos os 480 mil servidores ativos beneficiados com a política remuneratória”, afirmou Helga Gonçalves.

 

O Deputado Estadual Rogério Correia, que requereu a audiência, constatou a revolta de todos os servidores com o não cumprimento da lei de política remuneratória e o reajuste de 0% para a data base de outubro. Para o parlamentar, os sindicatos devem se unir para dar resposta coletiva ao anúncio de reajuste 0 que o governo fez. Ele avisou que, se o governo não negociar com os sindicatos, a oposição na ALMG irá obstruir o projeto de lei que regulamentará o reajuste. Em sua opinião, Minas não foi capaz de fazer planejamento de crescimento e investimento. “Isso não pode ser descontado nas costas do servidor público como tem sido feito desde 2003.” disse.

 

O Deputado Estadual Elismar Prado, grande parceiro das causas dos Gestores Fiscais, ponderou que o sofrimento do servidor mineiro já vem de longa data. “Temos a Minas real e a fictícia. Nós, que acompanhamos a execução orçamentária, verificamos que muitos programas do governo investem mais em publicidade do que no próprio programa”, ressaltou.

 

 

Veja no link abaixo a fala do Presidente do SINFFAZ, Marcus Vinícius Bolpato, em relação ao descumprimento da lei e o não reajuste na data-base dos servidores públicos de Minas Gerais:

 

fonte: SINFFAZ

Publicado em Notícias gerais.

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