União autoriza 726 vagas para dois concursos públicos

Dois concursos públicos que, juntos, vão abrir 726 oportunidades foram autorizados para este ano: do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, com 583 vagas e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) com 143. Ambos para os níveis Médio e Superior.

Os dois institutos tiveram seus pedidos atendidos ontem pelo Ministério do Planejamento, que teve esta semana o aval da presidenta Dilma Rousseff para liberar até 47.112 vagas de seleções, ao longo de 2014, com a aprovação da Lei Orçamentária Anual, publicada terça-feira, no Diário Oficial da União.

No caso do Inca, a distribuição das oportunidades pelos cargos foi feita da seguinte maneira: para Nível Médio/Técnico, são 174 vagas para técnico em Ciência e Tecnologia, e 32 para assistente na mesma área. Já para o Ensino Superior, são 25 chances para pesquisador, 276 para tecnologista júnior e 76 para analista. O certame visa a substituição de terceirizados pela Fundação Ary Frauzino.

Os rendimentos iniciais para funções de técnico e assistente são de R$ 2.702,11. Já nos cargos de Nível Superior — tecnologistas e analistas — terão vencimentos iniciais de R$ 4.908,53.

Já para a Antaq, os cargos estão divididos entre 52 vagas para especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários, 17 para analista administrativo, 55 para técnico em regulação e 19 para técnico administrativo, todos na mesma área. As duas primeiras funções exigem Nível Superior, e as duas últimas, Nível Médio. A remuneração inicial oferecida pela agência varia de R$ 5.791,25 (técnico administrativo) a R$ 11.776,90, para especialista.

As portarias que autorizaram os concursos estipulam prazo de seis meses para a publicação dos editais, ou seja, até 22 de julho deste ano. Todavia, devido ao ano eleitoral, a divulgação deve ocorrer de forma antecipada, para que o processo seletivo seja homologado até 5 de julho, e o órgão possa nomear os aprovados ainda este ano.

A candidata Adriana Rezende, de 33 anos, que vai estudar para o Inca, diz que sua estratégia será enfatizar as matérias básicas enquanto não sai o edital. “São conteúdos mais difíceis de mudar”, planeja Adriana que estuda junto com Fabiana Cinalli, de 32, e Rafael Nogueira, de 28.

fonte: CSPB

Publicado em Notícias gerais.

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